28/11/2015

Cientistas agora conseguem definir o gênero a partir de uma impressão digital

Impressões digitais podem ser únicas, mas sem um registro existente elas não ajudam na identificação de uma pessoa. Agora, no entanto, pesquisadores podem usar análise química das impressões para identificar o gênero de quem deixou-as para trás.
Uma equipe de pesquisadores da Universidade do Estado de Nova Iorque, em Albany, desenvolveu uma técnica que usa o composto químico de uma impressão digital para definir o gênero. Isso é possível por causa da diferença sutil na concentração de aminoácidos que vaza da pele humana: as mulheres tendem a liberar duas vezes mais e em distribuição levemente diferente do que os homens.
Os cientistas, liderados por Jan Halámek, decidiram ver se conseguiam identificar essas diferenças mesmo em coisas como impressões digitais. Primeiro, eles extraíram os aminoácidos da impressão digital ao transferi-la para um pedaço de plástico. Então eles lavaram a impressão com ácido hidroclórico enquanto aqueciam ela, encorajando os aminoácidos a se liberarem. Depois a equipe analisou a presença dos aminoácidos dentro do ácido hidroclórico.
E deu certo. A equipe realizou uma série de experimentos, recolhendo impressões digitais de maçanetas, telas de computador e outras superfícies. Em seus testes, eles conseguiram usar a técnica para identificar o gênero do dono da impressão digital 99% das vezes. Os resultados foram publicados na Analytical Chemistry.

Obviamente, combinar uma impressão digital – ou melhor, uma amostra de DNA – é algo mais útil para agentes da lei, mas a técnica ainda pode ter sua utilidade. Halámek diz que os resultados podem oferecer evidências vitais quando as impressões digitais estiverem manchadas ou distorcidas. Independentemente de como ela for usada, espere ver referências a isso em breve em programas de TV de investigação.


fonte:http://gizmodo.uol.com.br/cientistas-agora-conseguem-definir-o-genero-a-partir-de-uma-impressao-digital/
foto:http://megainteressantepravc.blogspot.com.br/2013/09/todo-mundo-tem-impressao-digital.html

27/11/2015

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Ministério já libera verba para 'pílula do câncer'


O Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI) anunciou ontem (26) a liberação dos primeiros R$ 2 milhões destinados a acelerar as pesquisas com fosfoetanolamina sintética, a polêmica substância desenvolvida no Instituto de Química de São Carlos (IQSC) da Universidade de São Paulo, que ficou conhecida como "pílula do câncer".

O dinheiro faz parte de uma verba de R$ 10 milhões que será destinada até 2017 a três centros de pesquisa, responsáveis por testar a eficácia e a segurança da substância em ratos e camundongos.

O ministério solicitou 500 gramas de fosfoetanolamina à USP para serem encaminhadas aos laboratórios. A expectativa da pasta é que essa primeira fase de testes, chamada de ensaios pré-clínicos, dure "ao menos sete meses".

Os laboratórios que participarão da pesquisa são o Centro de Inovação e Ensaios Pré-Clínicos (CIEnP), de Florianópolis; o Núcleo de Pesquisa e Desenvolvimento de Medicamentos (NPDM), de Fortaleza, ligado à Universidade Federal do Ceará; e o Laboratório de Avaliação e Síntese de Substâncias Bioativas (LassBio), ligado à Universidade Federal do Rio de Janeiro.

O ministério planeja investir R$ 10 milhões no estudo da fosfoetanolamina até 2017 - desde que esses resultados iniciais justifiquem a continuidade da pesquisa. "O que nós queremos mostrar para a população brasileira, principalmente as famílias que possuem doentes, é que o MCTI está agindo com rigor, mas também com muita agilidade, porque existe uma comoção nacional, existe um anseio das famílias por uma resposta", diz o ministro Celso Pansera, em um comunicado da pasta.

A fosfoetanolamina sintética foi desenvolvida nos anos 1990 pelo químico e professor do IQSC Gilberto Chierice, hoje aposentado. Acreditando ter achado uma cura para o câncer, ele distribuiu pílulas da substância gratuitamente para pacientes durante anos, sem autorização da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), até que o IQSC determinou a interrupção da produção, em 2014.

Base científica

Alguns estudos chegaram a ser publicados, mostrando uma ação antitumoral da substância em células in vitro e em camundongos. Mas muito longe, ainda, de comprovar a eficácia ou a segurança da fosfoetanolamina como uma droga anticâncer, segundo o bioquímico Adilson Kleber Ferreira, responsável pela maior parte dos experimentos.

"Os dados indicam que a fosfoetanolamina é um candidato a fármaco; mas é tudo preliminar", disse Ferreira. "Nenhum dos dados justifica a aplicação clínica." Hoje no Instituto de Ciências Biomédicas da USP, ele foi orientado nas pesquisas pelo imunologista Durvanei Maria, do Instituto Butantã. Chierice é coautor dos trabalhos.

Ferreira diz que sempre foi contra a distribuição da substância e a segurança da molécula não está comprovada. "Não há relatos de efeitos nocivos, mas isso não é comprovação de que ela não é nociva. Há muito a ser respondido."

"Pode até ser que tenha algum efeito, mas não espero que seja uma molécula milagrosa. O que mais preocupa é a segurança", diz o especialista João Calixto, diretor do CIEnP. 


Reportagem de Herton Escobar
fonte:http://noticias.uol.com.br/saude/ultimas-noticias/estado/2015/11/27/ministerio-ja-libera-verba-para-pilula-do-cancer.htm
foto:http://www.brasilpost.com.br/2015/10/17/pilula-contra-cancer_n_8319372.html

Comissão do Senado aprova projeto que afrouxa licenciamento ambiental

Proposta que fixa limite máximo de oito meses para que órgãos técnicos aprovem obras estratégicas é criticada por ambientalistas. Entenda.


Vinte dias depois da maior tragédia ambiental da história do Brasil, a Comissão de Desenvolvimento Nacional do Senado aprovou, na quarta-feira 25, por 7 votos a 2, o projeto de lei que cria o licenciamento ambiental especial, também chamado de processo "fast-track" (caminho expresso, em inglês). A proposta, de autoria do senador Romero Jucá (PMDB-RR), afrouxa as regras de licenciamento ambiental para obras consideradas estratégicas, como rodovias, hidrovias, portos, ferrovias, aeroportos e empreendimentos de telecomunicação e energia.
Nas perguntas e respostas abaixo, entenda os principais temas ligados à proposta:
De onde surgiu esse projeto?
O projeto é parte da Agenda Brasil, um conjunto de medidas propostas pelo presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), que apregoa uma saída para a crise econômica e para a modernização do País.  
Qual é a intenção do projeto?
Os defensores do "fast-track" querem acelerar o licenciamento de obras consideradas estruturantes e estratégicas do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) e dos programas de concessão.
Quem vai decidir quais obras se encaixam nessa classificação?
Segundo o texto, caberá ao Poder Executivo indicar, por decreto, quais obras terão o status de licenciamento ambiental especial. 
O que muda com o licenciamento ambiental especial?
A principal alteração da proposta é criar uma única licença ambiental, a ser emitida pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente em um prazo máximo de oito meses.
Como funciona o licenciamento ambiental hoje?
Atualmente, uma obra precisa de três licenças ambientais diferentes: uma licença prévia (que aprova a viabilidade ambiental do projeto), a licença de instalação (necessário para o início da obra) e outra de operação (que permite o seu funcionamento). Cada licença exige estudos específicos por parte das empresas e, no total, todo este processo pode levar até cinco anos.
Por que a alteração é defendida?
Segundo os parlamentares, esta mudança é importante porque obras importantes para o País não podem levar anos para serem aprovadas e porque este atraso encarece os projetos.
Quem defende a proposta?
A proposta foi inicialmente apresentada pelo senador Renan Calheiros (PMDB-AL), como parte da Agenda Brasil. Dentro do governo, o projeto é apoiado pelo ministro de Minas e Energia, Eduardo Braga (PMDB-PA), e por diversos senadores do PMDB. 
E os críticos do projeto, o que dizem?
Organizações em defesa do meio ambiente chamaram a proposta de "retrocesso" e lamentaram "a incapacidade do governo de formular um plano que não enxergue o meio ambiente como entrave”.
Segundo elas, o desastre ambiental de Mariana (MG) mostrou que o País precisa aperfeiçoar – e não desmantelar – as licenças ambientais e os instrumentos de prevenção de danos. Isso, de acordo com as organizações, seria benéfico para o meio ambiente e para o empresariado, que teria maior segurança jurídica e econômica para operar, além de ver reduzidos os conflitos e demandas a que tem de responder.
Ainda segundo as organizações, "a biodiversidade, a sustentabilidade e o equilíbrio ambiental são imprescindíveis para o bem estar da população e para garantir sustentabilidade ao desenvolvimento econômico e social, e por isso, não podem ser submetidos a interesses temporários, tanto no Congresso Nacional quanto no governo federal". 
Mas o que os críticos do projeto dizem sobre a demora na concessão de licenças?
As entidades ambientalistas apontam para um estudo da Universidade de Oxford, no Reino Unido, que revelou que os principais motivos do atraso de grandes obras, como hidrelétricas, estão na fase do planejamento, quando custos e prazos são, na maioria das vezes, subestimados.
Em relação à demora na emissão das licenças, organizações ambientais defendem que o problema seria resolvido com uma ampliação do número de servidores dos órgãos ambientais.
Como será a tramitação do projeto?
Da comissão especial, o texto segue para a análise do Plenário do Senado.

Reportagem de Marcelo Pellegrini
fonte:http://www.cartacapital.com.br/sustentabilidade/comissao-aprova-projeto-que-facilita-licenciamento-ambiental-8529.html
foto:http://agronomos.ning.com/group/licenciamentoambiental

Remédio proibido nos anos 80 vira 'droga dos jihadistas' na Síria

Ela é conhecida como a "droga dos jihadistas" na Síria. Tida comofonte de coragem e artifício para superar medo e dor, a droga captagon tem sido amplamente usada por combatentes que lutam na guerra civil do país.
A droga, bastante popular no Oriente Médio, é fabricada em grandes quantidades na Síria e no Líbano. Segundo especialistas, sua produção tem ajudado a alimentar o conflito sírio, gerando milhões de dólares em lucro para fabricantes no país.
As pílulas contêm anfetamina e cafeína e se tornaram uma das favoritas entre combatentes. "(Ela) proporciona aos soldados uma energia sobre-humana e coragem", disse um ex-combatente sírio à BBC.
O captagon era a marca comercial do cloridrato de fenetilina. Sua produção teve início em 1963 para tratar narcolepsia (sonolência) e depressão. Mas a substância foi proibida na década de 1980 por ser altamente viciante.
Essa dependência também pôde ser observada na Síria."Alguns ficaram viciados, esse é o problema", disse um outro ex-combatente, que fazia parte de um grupo de cerca de 350 pessoas que receberam os comprimidos sem saber exatamente do que se trava.
Seu uso alivia dor, cansaço, sono e fome, e prolonga o estado de atenção. "Me sentia o dono do mundo, como se tivesse um poder que ninguém tem", disse um consumidor à BBC no documentário A Droga da Guerra da Síria, transmitido em setembro.
Outro disse: "Eu não sentia mais medo depois de tomar o captagon".
Além da dependência, os efeitos colaterais podem incluir um estímulo excessivo do sistema nervoso central e psicose, segundo especialistas.

Droga que financia combate

O Escritório das Nações Unidas sobre Drogas e Crime (UNODC) já apontava em 2010 que a "frequência e o tamanho" das apreensões de captagon estavam "aumentando", e que elas ocorriam, cada vez mais, no Oriente Médio.
Fatos recentes contribuem com esse diagnóstico. Na sexta-feira, autoridades turcas apreenderam 10,9 milhões de unidades da droga perto da fronteira com a Síria, um recorde, segundo o Ministério do Interior do país, citado pela imprensa local.
Em outubro, duas toneladas de pílulas foram apreendidas no aeroporto de Beirute, Líbano. A droga estava dentro de malas que eram colocadas em um avião particular. Dez pessoas estão sendo processadas, inclusive um príncipe saudita, que não foi identificado.
A Síria foi, por muito tempo, rota de trânsito das drogas procedentes de Europa, Turquia e Líbano rumo a países ricos do Golfo Pérsico, disse o UNODC. Agora, o país testemunha o crescimento da popularidade do captagon em seu próprio território.
"Desde os extremistas do grupo autodenominado Estado Islâmico até membros do grupo rebelde Al-Nusra e também soldados do Exército Livre da Síria (usam a droga)", disse um traficante em reportagem do canal de TV franco-alemão Arte,em maio de 2015.
"Os combatentes a utilizam para controlar seus nervos e também aumentar seu rendimento sexual", contou, com o rosto coberto.
Rawdan Mortada, jornalista libanês que cobre a guerra na Síria, disse que o consumo do captagon se tornou popular com o início do conflito, em 2011, e que a droga serve, também, como financiamento das operações militares.
"As milícias na Síria consumem uma parte e exportam outra, especialmente aos países do Golfo. O lucro permite que elas financiem a compra de armas e operações militares".
O consumo de drogas em conflitos, no entanto, não é novidade.
"O uso de anfetaminas tem uma grande tradição em contextos bélicos", disse Claudio Vidal, integrante do Energy Control, da Associação de Bem Estar e Desenvolvimento, à BBC Mundo, o serviço em espanhol da BBC.

Reportagem de Lúcia Blasco
fonte:http://www.bbc.com/portuguese/noticias/2015/11/151125_siria_droga_hb#orb-banner
foto:http://observador.pt/2015/11/19/captagon-droga-dos-jihadistas/

Essencial na cozinha oriental, o glutamato monossódico realmente é nocivo à saúde?

O mal estar vinha de repente e era conhecido como a “síndrome do restaurante chinês”: dores de cabeça, náuseas e um estranho formigamento que algumas pessoas sentiam depois de fazer uma refeição tipicamente oriental. O vilão era sempre o mesmo: o tempero chamado de glutamato monossódico (glutamato de sódio ou GMS).
A substância ficou famosa em 1968, quando o médico Robert Ho Man Kwok escreveu para a revista New England Journal of Medicine refletindo sobre as possíveis causas de uma síndrome que ele sentia toda vez que comia em restaurantes chineses nos Estados Unidos.
Kowk especulava se a causa não seria o molho de soja, mas ressaltou que usava o ingrediente em casa sem sentir os mesmos efeitos. Até que veio uma ideia: talvez fosse o glutamato de sódio usado como tempero nesses restaurantes.
A tese acabou se espalhando no meio acadêmico, dando origem a inúmeros estudos científicos, livros sobre “a verdade do GMS”, receitas “anti-GMS” e até a anúncios por parte dos restaurantes dizendo que não usavam o tempero em sua comida.

Até no leite materno

O glutamato monossódico é o sal sódico do ácido glutâmico. Como foi descoberto pelo químico japonês Kikunae Ikeda, em 1908, trata-se do sal mais estável formado a partir do ácido glutâmico e um dos melhores para provocar a sensação de paladar conhecida como “umami” – algo associado ao sabor da carne, mas que é diferente dos gostos salgado, azedo ou amargo típicos de outros alimentos.
O glutamato é o ingrediente mágico do GMS. É um aminoácido comum em uma ampla variedade de alimentos, incluindo tomate, queijo parmesão, cogumelos secos, molho de soja e leite materno.
Ikeda conseguiu isolar o componente a partir da alga kombu seca que sua mulher usava para fazer o caldo dashi, onipresente na culinária japonesa. Acrescentar sódio, um dos dois elementos do sal comum, permite que o glutamato seja estabilizado em forma de pó e adicionado à comida.
O condimento à base de GMS criado por Ikeda, batizado de Ajinomoto (“essência do sabor”, em japonês) e hoje encontrado em todo o mundo, fez do cientista um milionário.

Enxurrada de estudos

Depois da carta de Kwok, uma enxurrada de experimentos foi realizada em animais e humanos, que foram submetidos a grandes doses de glutamato de sódio tanto por via oral quanto por via intravenal.
De início, tudo indicava que Kwok teria razão. O pesquisador John W. Olney, da Universidade de Washington, descobriu que injetar enormes quantidades da substância sob a pele de ratos recém-nascidos levava ao surgimento de faixas de tecido morto no cérebro. Ao se tornarem adultos, os animais eram atrofiados, obesos e, por vezes, estéreis.
Outro estudo, realizado na Austrália, ofereceu doses cada vez maiores de GMS em cápsulas a 71 voluntários saudáveis – tratando alguns deles com um placebo. Os pesquisadores perceberam que os sintomas desagradáveis ocorriam com a mesma incidência, independentemente da substância ingerida.
Em 1995, em uma tentativa de encerrar as dúvidas de uma vez por todas, a Food and Drug Administration (FDA), órgão regulador de alimentos e medicamentos dos Estados Unidos, encomendou à Federação das Sociedades Americanas de Biologia Experimental uma avaliação de todos os estudos científicos feitos até então.
Para começar, o painel de especialistas rejeitou o termo “síndrome do restaurante chinês” por ser “pejorativo e não refletir a natureza dos sintomas”. Depois, os cientistas concluíram que havia evidências suficientes apontando para a existência de um subgrupo de indivíduos saudáveis que podem reagir mal a altas doses de glutamato, normalmente uma hora depois da ingestão.
Mas essas reações foram observadas em estudos nos quais os voluntários receberam 3 gramas ou mais de GMS diluído em água, sem comida, um cenário difícil de ocorrer no mundo real.

‘Seguro’

Segundo a FDA, a maioria das pessoas ingere cerca de 0,55 gramas de glutamato adicional em sua dieta diária.
Um estudo de 2000 tentou explorar o assunto com 130 pessoas que se diziam intolerantes ao ingrediente, apesar de serem saudáveis.
Depois de uma maratona de testes com o glutamato monossódico e com placebo, apenas dois voluntários mostraram reações consistentes à substância. Mas, ao receberem o produto na comida, as respostas mudaram, o que gerou dúvidas sobre a validade dessa sensibilidade.
De maneira geral, no entanto, o glutamato monossódico é notadamente pouco tóxico. Uma ratazana ou um rato podem encarar uma dose de 15 a 18 gramas por quilo de peso corporal antes de entrarem em risco de morte. Já os bebês desses animais são particularmente sensíveis aos efeitos do GMS.
Portanto, enquanto nada na ciência pode ser tido como verdade absoluta, a FDA agora acredita que a adição de glutamato de sódio aos alimentos é “de maneira geral, reconhecida como segura”.

Reportagem de Bianca Nogrady
fonte:http://www.bbc.com/portuguese/noticias/2015/11/151126_vert_fut_glutamato_ml#orb-banner
foto:http://www.naocontocalorias.com.br/2013/07/glutamato-monossodico-o-perigo-mora-ao-lado/

26/11/2015

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Anote na agenda: Seminário Internacional Brasil/Argentina



Durante o Seminário, coordenado pelo Prof. Dr. Wilson Alves de Souza, no dia 3 de dezembro, acontecerá o lançamento do livro em Homenagem à Professora Dra. da Universidade de Buenos Aires, Marta Biagi. Vale ressaltar que o evento é gratuito, e tem finalidade social; o que se pede a todos é apenas algum alimento não perecível para doação.