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23/06/2017

Flávia Piovesan é eleita para Comissão Interamericana de Direitos Humanos da OEA

Flávia Piovesan


Como disse Aristóteles "a grandeza não consiste em receber honras, mas em merecê-las" e você, minha querida Flávia Piovesan, merece cada uma das suas conquistas. Todas elas um retorno de sua competência, trabalho, dedicação e sapiência. Uma honra ter compartilhado minha trajetória acadêmica com você em Sevilha e, depois de vários anos, reencontra-la na Universidade de Buenos Aires (UBA). Outros desafios e conquistas virão e certamente você continuará a ter, cada vez mais, motivos para reiterar o que afirmou em uma entrevista: "eu sou muito grata à vida. Gratidão é um sentimento que eu reputo como dos mais relevantes. A vida me deu muito você mais do que eu sempre imaginei ter em termos de felicidade. A vida foi transbordante."


Dra. Tânia Mota de Oliveira





A jurista e secretária especial de Direitos Humanos do governo brasileiro Flávia Piovesan, foi eleita na última quarta-feira (20) em Cancún, México, uma das conselheiras da Comissão Interamericana de Direitos Humanos (CIDH), da Organização dos Estados Americanos (OEA). Flávia assume a função - por três anos - em janeiro de 2018. 
Por meio de nota à imprensa, o ministério das Relações Exteriores comemorou a eleição e a classificou como a confirmação do "continuado compromisso" do governo brasileiro com a promoção e a proteção dos direitos humanos. "[O resultado] reflete o reconhecimento internacional da contribuição positiva e constante do Brasil para os trabalhos da OEA e, em particular, da CIDH, desde sua criação em 1960", afirmou o Itamaraty, agradecendo aos países que apoiaram a eleição de Piovesan. 

Procuradora do estado de São Paulo, Piovesan é doutora em Direito Constitucional, especialista na temática de Direitos Humanos. Atualmente, faz parte do corpo docente da PUC-SP e da PUC-PR, além de ser professora de direitos humanos nos cursos de pós-graduação das universidades Pablo de Olavide, em Sevilha (Espanha), e de Buenos Aires (Argentina). 

Além de Flávia, também foram eleitos o mexicano Joel Hernandez Garcia e a chilena Antonia Urrejola Noguera. Os recém-eleitos substituirão James Cavallaro (Estados Unidos), Paulo Vannuchi (Brasil) e José de Jesus Orozco Henríquez (México). O também brasileiro Paulo Abrão atua como diretor-executivo da Comissão, que tem ao total sete conselheiros. A CIDH é o principal órgão de direitos humanos do continente e analisa anualmente milhares de petições de cidadãos e instituições das Américas. Entre suas conquistas mais significativas estão a criação de condições para a gestação da Lei Maria da Penha, que combate a violência contra a mulher no Brasil.


fonte:http://g1.globo.com/mundo/noticia/brasileira-e-eleita-para-comissao-interamericana-de-direitos-humanos-da-oea.ghtml
foto:https://oglobo.globo.com/mundo/e-fundamental-construir-dialogo-com-os-estados-diz-brasileira-indicada-para-disputar-vaga-em-orgao-da-oea-21082739

29/04/2017

Conheça bióloga brasileira que ganhou prêmio global de ciência

Bióloga Fernanda de Pinho Werneck
"Foi você mesmo quem escreveu isso? Está tão bem escrito." "Esse projeto é audacioso demais. Você tem certeza de que vai conseguir dar conta?"
Foram perguntas ouvidas ao longo da carreira pela jovem bióloga Fernanda de Pinho Werneck, pesquisadora do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (INPA), agraciada recentemente com um importante prêmio científico internacional.
O "Rising Talents" ("Talentos Promissores", em tradução livre) - concedido pela Fundação L'Oréal em parceria com a Unesco (Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura) - é dado às 15 jovens cientistas de todo o mundo.
Elas foram selecionadas por um júri de cientistas entre as 250 vencedoras das edições nacionais do programa "Para Mulheres na Ciência", também realizado em todas as regiões do mundo. Fernanda tinha sido uma das sete cientistas brasileiras escolhidas no "Para Mulheres na Ciência" na edição de 2016.
Pelo "Rising Talents", ela recebeu uma bolsa de 15 mil euros (cerca de R$ 50 mil) para suas pesquisas.
A brasileira, de 35 anos, estuda os efeitos das mudanças climáticas na vida animal, sobretudo répteis, como lagartos, e também anfíbios, mais sensíveis às alterações de temperaturas.
Suas pesquisas buscam estimar os riscos de extinção e capacidade de adaptação de espécies que vivem na Amazônia e no Cerrado brasileiro, como também na área de transição entre esses dois biomas.
Nascida em Goiânia e formada pela Universidade Federal de Brasília, com doutorado em biologia integrativa pela Universidade Brigham Young, nos Estados Unidos, Fernanda lembra que "sempre gostou de ciências na escola", onde se interessou pela evolução animal.
Apesar de ter encontrado em seu trabalho algumas pessoas que duvidaram de suas competências pelo fato de ser mulher, Fernanda conta que, em geral, desde o início teve apoio em suas atividades, ao participar de estágios para trabalhos de campo na Amazônia.
A brasileira representa uma minoria em sua profissão. Segundo um estudo do Boston Consulting Group (BCG) para a Fundação L'Oréal, apenas 30% dos pesquisadores de todo o mundo são mulheres.
O percurso acadêmico de Fernanda é uma exceção à regra: segundo o relatório do BCG, uma estudante do ensino médio tem, em geral, 35% de chances de se inscrever em um curso universitário científico. No caso dos homens, o índice é de 77%.
Já a probabilidade de uma mulher se formar na área científica seria de apenas 18%, com 8% de chances de cursar um mestrado (19% no caso dos homens) e apenas 2% de ser doutora em ciências.
Assim como em outros setores, elas enfrentam desigualdade, como salários menores e há pouco encorajamento durante os estudos - e têm de conciliar o trabalho com o desejo de ter filhos.
Nesse campo, os clichês são fortes, inclusive em países desenvolvidos: uma pesquisa realizada pelo instituto OpinionWay em vários países da Europa em 2015 revelou que 67% dos europeus consideram que as mulheres não teriam capacidade para "se tornarem cientistas de alto nível".
O total de mulheres com essa opinião é de 66%, quase o mesmo dos homens.
Não é de de estranhar que apenas cerca de 3% dos prêmios Nobel na área científica foram atribuídos a mulheres desde sua criação, em 1901. Desse total, a grande maioria foi no campo da medicina.
Até hoje, apenas duas mulheres ganharam prêmios Nobel de física: a franco-polonesa Marie Curie, em 1903, a americana Maria Goeppert-Mayer, em 1963.
Na área de química foram apenas quatro: a última delas foi a israelense Ada Yonath, em 2009, após 45 anos de intervalo em relação à predecessora.
No Brasil, há avanços. O número de mulheres que publicam artigos científicos, a principal forma de avaliação da carreira acadêmica, cresceu 11% nos últimos 20 anos, segundo estudo da Gender in Global Research Landscape (Gênero no Cenário Global de Pesquisa, em tradução literal).
As pesquisadoras no Brasil que publicam artigos científicos somam 49% do total, ou seja, quase a mesma proporção dos homens.
Entre os países pesquisados, Brasil e Portugal são os que apresentam maior número de autoras de trabalhos científicos.

Desafios

Fernanda diz que a carreira de cientista apresenta vários desafios que vão além, no caso do Brasil, da dificuldade para conseguir financiamentos.
"Não é um trabalho com horário comercial. Ele exige muitas horas de dedicação. A primeira coisa que faço quando volto para casa é ligar o computador", afirma.
A bióloga conta ainda que teve de "aprender a conciliar a maternidade" com as pesquisas, que precisam prosseguir. Seu marido também é pesquisador e os casal compartilha os cuidados da filha.
Além disso, os trabalhos em campo da bióloga podem levá-la a passar até um mês fora de casa, em áreas isoladas da Amazônia, com pouco contato com a família.
Para a L'Oréal e a Unesco, as vencedoras do "Rising Talents" são mulheres "com o poder de mudar o mundo".
Fernanda espera que o reconhecimento internacional trazido pelo prêmio atraia atenção para a presença das mulheres no mundo das ciências.
E, ao mesmo tempo, alertar para a necessidade de preservação da biodiversidade, onde, segundo ela, estão "as respostas de muitos problemas da humanidade".

Reportagem de Daniela Fernandes
fonte:http://www.bbc.com/portuguese/brasil-39636723#orb-banner
foto:http://conexaoboasnoticias.blogspot.com.br/2017/03/biologa-brasileira-premiada-entre-as-15.html

28/03/2017

Descanse em paz, minha querida amiga!




Meus mais profundos e sinceros sentimentos ao amigo Messias de Morais Júnior, familiares e amigos da nossa querida Vanessa de Morais, uma referência de mulher determinada na luta pelos seus objetivos e ao mesmo tempo muito terna e gentil com todos. Minha companheira de Doutorado na Universidade de Buenos Aires, considerada uma das melhores alunas da turma. 
Guardarei para sempre, com carinho e saudade, todos os momentos que compartilhamos, nossos risos e lágrimas, nossas expectativas acadêmicas, nossos ideais de Justiça e principalmente a sua amizade e alegria contagiante que me davam força para continuar na luta por dias melhores. 
Descanse em paz, minha amiga.

                   Dra. Tânia Mota de Oliveira

10/01/2017

O adeus ao pensador Zygmunt Bauman, ‘pai’ da “modernidade líquida”


Com Zygmunt Bauman (foto acima) se apaga uma das vozes mais críticas da sociedade contemporânea, individualista e desumana, que definiu como a “modernidade líquida”, aquela em que nada mais é sólido. Não é sólido o Estado-nação, nem a família, nem o emprego, nem o compromisso com a comunidade. E hoje “nossos acordos são temporários, passageiros, válidos apenas até novo aviso”. Essa voz soou lúcida até o fim de seus 91 anos. Escrevia um, dois ou até três livros por ano, sozinho ou com outros pensadores, dava palestras e respondia aos jornalistas em entrevistas em que era preciso escolher muito bem as perguntas, porque as respostas se estendiam por vários minutos, como em uma sucessão de breves discursos. Esses sim, muito sólidos.
Falava devagar porque lapidava cada uma de suas frases, um fio de ideias que daria para mais livros do que assinou em sua prolífica carreira. Alguns ditados, cabe acreditar que de um fôlego só. Talvez com uma ou outra pausa para fumar um cachimbo.
O sociólogo e filósofo de origem polonesa (Poznan, 1925) morreu no domingo “na sua casa em Leeds, junto da família”, anunciou a colaboradora Aleksandra Kania em nome dos familiares. Em sua longa vida sofreu os horrores do século XX — a guerra, a perseguição, os expurgos, o exílio — mas nada disso o tornou conformista em relação ao que veio depois.
Durante mais de meio século, foi um dos mais influentes observadores da realidade social e política, o flagelo da superficialidade dominante no debate público, crítico feroz da bolha liberal inflada por Reagan e Thatcher nos anos 1980 e que estourou mais de 30 anos depois. Retratou com agudeza o desconcerto do cidadão de hoje diante de um mundo que não oferece seguranças às quais se agarrar. Referia-se ao novo proletariado como “precariado”, com a diferença de que não tem consciência de classe. Figura muito respeitada pelos movimentos de indignados do novo século (do 15 de Março espanhol ao Occupy Wall Street), ele entendia seus motivos e se interessava por suas experiências, mas apontava suas debilidades e incongruências, convencido de que é mais fácil unir no protesto que na proposta. Desconfiava do “ativismo de sofá”, que quer mudar o mundo por meio de cliques, e relativizava o poder que se atribui às redes sociais, porque pensava que o verdadeiro diálogo só se produz nas interações com os diferentes, e não nessas “zonas de conforto” onde os internautas debatem com quem pensa igual a eles.
Sua trajetória corroborava sua autoridade intelectual. Tinha 13 anos quando sua família — judia, mas não religiosa — escapou da invasão nazista na Polônia em 1939 e se refugiou na União Soviética. Mais tarde, o jovem Zygmunt se alistou na divisão polonesa do Exército vermelho, o que lhe valeu uma medalha em 1945. Depois da guerra, voltou a Varsóvia, casou-se com Janina Lewinson (sobrevivente do gueto de Varsóvia, também escritora e sua companheira até a morte, em 2009) e conciliou sua carreira militar com os estudos universitários, além da militância no Partido Comunista.
A decepção chegou quando se viu, mais uma vez, na mira do antissemitismo durante os expurgos realizados na Polônia em 1968, depois de uma série de protestos estudantis e de grupos de artistas contra a censura do regime e no contexto internacional da Guerra dos Seis Dias. Naquele mesmo ano, Bauman teve de deixar sua terra natal pela segunda vez. Instalou-se primeiro em Tel Aviv e, a partir de 1972, na Universidade de Leeds (Inglaterra), de onde só saía para explicar seu pensamento pelo mundo.
Quando chegou a Leeds, Bauman já era uma autoridade no campo da sociologia. Logo se tornou o equivalente mais próximo a uma celebridade que poderia haver nessa disciplina: foi a partir do livro Modernidade Líquida, publicado em 2000, o mesmo ano que surgiu em Seattle o movimento de protesto contra a globalização.
Resistente ao termo “pós-modernidade” (porque falta perspectiva histórica para dar por terminada a modernidade), Bauman dizia: “O que temos é uma versão privatizada da modernidade”. Hoje a esfera pública se resume a um “palco onde se confessam e se exibem as preocupações privadas”. E advertia contra as “comunidades-cabide”, momentâneas, declarava “o fim da era do compromisso mútuo”, alertava que “não há mais líderes, só assessores”. E concluía: “Uma vez que as crenças, valores e estilos foram privatizados (....), os lugares que se oferecem para a reacomodação lembram mais um quarto de hotel que um lar”.
Voltou a essas obsessões em dezenas de livros. Em alguns dos mais recentes (Estado de Crise e A Riqueza de Poucos Beneficia Todos Nós?), dirigiu seu olhar aos perdedores de uma crise que ele não via como um buraco, mas como o novo cenário. E, em sua última obra publicada, Estranhos à Nossa Porta, observa a crise dos refugiados a partir da compreensão da ansiedade que gera na população e da rejeição a cercas e muros. O pensador voltava, assim, a um dos temas que mais o preocuparam: a rejeição do outro, o medo do diferente, de que já tinha tratado em seus primeiros anos em Varsóvia em relação ao antissemitismo.
Com sua figura espigada, seus cabelos brancos revoltos e seu cachimbo nos lábios, Bauman posava para o fotógrafo há um ano nas ruas de Burgos com a atitude de uma estrela do rock. Podia ser pessimista, mas nunca foi ranzinza. Nunca quis escrever para nos agradar. Mas para nos agitar.


Reportagem de Ricardo de Querol
fonte:http://brasil.elpais.com/brasil/2017/01/09/cultura/1483979989_377259.html
foto:http://colunastortas.com.br/2014/04/11/sociedade-liquida-bauman-explica/

24/05/2016

A secretaria de Direitos Humanos está em excelente mãos!


Já registrei meus cumprimentos nas redes sociais e também aqui no blog . No entanto, sinto a necessidade de reforçar a felicidade que foi receber a notícia de que a procuradora do Estado de São Paulo Flávia Piovesan (foto acima)
 é a nova secretária de Direitos Humanos.
O contentamento vem, evidentemente, pela competência incontestável e pela certeza de que fará a diferença e marcará sua gestão de forma relevante. Além disso, conhecendo a secretaria pessoalmente - iniciamos juntas um curso de pós-graduação em Sevilha (Espanha)que infelizmente não foi concluído em razão do falecimento do professor Joaquín Herrera Flores - posso atestar que seus conhecimentos na área de Direitos Humanos não se restringem a teoria, mas são ratificados em uma trajetória de vida coerente com seus pensamentos.
Sendo assim, recorro a uma frase do nosso querido professor Flores para saudá-la: "Luchemos por los derechos humanos como procesos de lucha por la dignidad humana. Claves necesarias para la implementación efectiva y material de nuestra concepción cultural, contextual e conceptual de los derechos humanos como productos culturales."


Dra. Tânia Mota de Oliveira


foto:http://www.gazetasp.com.br/brasil/14205-temer-escolhe-flavia-piovesan-para-secretaria-de-direitos-humanos

19/10/2015

Juristas que sueñan con un mundo mejor!



Caros docentes e colegas, só tenho que agradecer a honra de ter sido aceita através de provimento interno como  investigadora científica na Universidade de Buenos Aires (UBA).
Neste lindo vídeo, uma homenagem feita pelo Prof. Dr. Ricardo Rabinovich-Berkmanalguns momentos do Período Primavera 2015 dos Cursos Intensivos para o Doutorado (Facultad de Derecho, Universidad de Buenos Aires), com alunos de 31 países de quatro continentes e docentes de vários países. A trilha sonora é Ocean Princess, Thomas Bergersen.

11/08/2014

Agência WR Modelos: imagem e conteúdo do bem



A agência WR Modelos, com sede em São José dos Campos (SP), foi criada em 1986 pelo empresário Willian Roggles. Atualmente com unidades nos estados de Minas Gerais, Paraná, Rio de Janeiro e São Paulo, a agência tornou-se referência na área de moda a partir da realização de vários eventos nacionais e
internacionais. Vale destacar, entre eles, o Vale Fashion, que marcou a região do Vale do Paraíba e, em seguida, o Campos do Jordão Fashion. O desenvolvimento de um desfile internacional para a renomada grife Christian Dior também figura entre as ações da WR, assim como a Seletiva Regional Miss São Paulo, o Top Model New Generation e o concurso Beleza Negra.

Além de todos esses trabalhos, a WR mantém as Escolas de Modelos e de Teatro. Na Escola de Modelos os alunos participam de workshops que envolvem técnicas de passarela, fotografia, recepção, interpretação básica e vídeo, etiqueta social e mercado da moda. As atividades são desenvolvidas para alunos das turmas Baby (de 3 a 6 anos), Infantil (7 a 12 anos) e Adulto (Acima de 13 anos).
Na Escola de Teatro os alunos têm aulas de Expressão Corporal e Vocal, Improvisação, Construção da Personagem, Análise e Interpretação de Texto, além dos conceitos de Drama, Tragédia e Comédia. 
No entanto, não é apenas a excelente qualificação de seus agenciados e o nível de concurso que organiza que diferencia a WR Modelos no mercado da moda e do marketing. Neste ponto, não posso me abster de dar um depoimento muito pessoal sobre esta agência. Já há algum tempo venho tendo o prazer e o orgulho de ser convidada para realizar vários trabalhos na WR Modelos e em todos eles destaco a cordialidade e o carinho do tratamento dispensando não só a mim mas a todos que participam das gravações.
Rita Fonseca
Gentileza e excelência profissional são uma regra seguida por todos que compõem a equipe da WR. Em especial, gostaria de agradecer a Edson Gory e Rita Fonseca que sempre me recebem de braços abertos e transformam os nossos trabalhos em algo especial e que ultrapassa os laços profissionais.
Edson Gory

Também quero ressaltar outro aspecto que considero de extrema importância e vai além de interesses materiais. A oportunidade que a WR Modelos oferece a pessoas de todas as idades realizarem trabalhos que até então não se julgavam capazes de fazer. É inegável o bem que isto faz à autoestima e impulsiona a vontade de realizar, de confiar em si mesmo e investir no seu potencial independentemente da faixa etária. A mensagem subjetiva da WR Modelos é sempre esta: nunca é tarde para tentar ser feliz. E feliz eu fico - todos nós ficamos - sempre que concluímos mais uma parceria. Muito obrigada!


Dra. Tânia Mota de Oliveira