Universidades do Reino
Unido causaram a morte de 1,3 milhão de animais no período de um ano em
pesquisas médicas e veterinárias. Os dados foram revelados com base em uma lei
britânica sobre liberdade de informação e divulgados em uma série de
reportagens de jornais feitas por estudantes. As informações são do Daily Mail.
Entre
os animais mortos estão quase um milhão de ratos, 124 macacos, 10 cachorros e
seis emus (a maior ave nativa da Austrália), em testes realizados por
instituições de ensino superior e centros de pesquisa.
Universidades prestigiadas - como Oxford e Cambridge - estão entre as
maiores responsáveis pelo sacrifício dos bichos, e a Universidade de Edimburgo
figura no topo da lista, com 226,341 mortes.
Centenas
de milhares desses animais foram sacrificados em aulas de vivissecção:
226 mil peixes, 50 mil sapos e 4,250 mil pássaros morreram dessa forma. Em
comparação, pesquisas em busca de cura para o câncer levaram à morte de 40,248
mil animais em um ano em Londres. Com a divulgação desses números, ativistas
dos direitos dos animais expressaram "repugnância" quanto à
quantidade de cobais mortas em pesquisas no país.
"Testes
envolvem forçar roedores a ingerir fumaça tóxica de combustível para
investigar seus efeitos nocivos e causar altos níves de estresse
em filhotes para verificar se isso provoca problemas de saúde mental na idade
adulta", disse Michele Thew, CEO da União Britânica pela Abolição da Vivissecção.
Ela afirmou ainda que a população está envolvida na "ilusão de que os
experimentos são fundamentais para a saúde humana", mas que isso está
longe da verdade.
A
solicitação dos dados sobre pesquisas com animais foram encaminhadas a 132
universidades e institutos. Das 44 universidades que responderam, o total de
1,3 milhão de animais morreu entre julho de 2012 e julho de 2013, sendo que os
73% das mortes corresponderam a ratos.
Nenhum comentário:
Postar um comentário
Obrigada pela visita e pelo comentário!